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Conheça a nova geração de tratamentos que prometem por fim à disfunção erétil

Com certeza vocês já ouviram alguém falar a célebre frase quando passa por algum problema na hora do sexo: “isso nunca aconteceu comigo”. Tudo bem que isso pode acontecer por um estresse do momento (caso seja algo que você esperou muito para que acontecesse, por exemplo). Ou, até mesmo, por problemas emocionais que você esteja passando no momento de uma relação. Nestes casos, o tratamento é relaxar e aproveitar ao máximo as carícias e a cumplicidade da (o) parceira (o) até que tudo volte ao normal. 

Nenhum caso é uma bobagem, aliás, mesmo que muitos homens levem este assunto a sério demais, para todos os casos há tratamentos psicológicos que ajudam a enfrentar momentos difíceis. Afinal, nenhum homem é máquina e eles não têm que estar prontos sempre… 

Entre os brasileiros, as estimativas são de que 15 milhões de homens em idade adulta padecem de algum problema relacionado a falta de ereção. Depois do Viagra, pílula que revolucionou o tratamento da impotência masculina, as pesquisas e tratamentos desenvolvidos pela indústria farmacêutica prometem para o futuro tratamentos ainda mais eficientes para garantir a ereção masculina e, e consequentemente, o prazer sexual. 

Não basta ter ereção para alcançar o prazer 

É praticamente impossível um homem chegar ao orgasmo com uma disfunção erétil. Sabe-se que mais da metade dos problemas está ligada a males circulatórios. Um homem pode ter de três a cinco ereções por noite, enquanto dorme, e nem se dá conta disso. Só que essas reações orgânicas involuntárias, que servem para oxigenar o pênis, não causam sensação nenhuma. Já a disfunção erétil afeta, muitas vezes, portadores de doenças vasculares ou de diabete, causando o enfraquecimento das artérias. 

Desde o uso de células-tronco à aplicação de implantes hormonais, os homens contam com uma nova geração de tratamentos que prometem colocar fim à disfunção erétil. 

Pesquisas com Células-tronco para recuperar a falta de ereção 

Segundo o coordenador do Departamento de Andrologia e Sexualidade Humana da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU): “já existem pesquisas em universidades nos Estados Unidos, com resultados superficiais, mas atraentes”. Ainda em fase de estudos clínicos, que ainda podem levar de dez a 50 anos até os estudos atuais se tornarem tratamentos disponíveis, as pesquisas com células-tronco indicam que elas poderiam ser injetadas no pênis, auxiliando em sua recuperação. Sua principal aplicação seria no tratamento da disfunção erétil causada por lesão dos nervos responsáveis pela ereção, como ocorre em diabéticos, pacientes com lesões neurológicas e após cirurgia radical para câncer de próstata ou na região pélvica

Medicamentos cada vez melhores 

Os remédios para disfunção erétil, como o pioneiro Viagra, do laboratório Pfizer, revolucionaram a maneira de tratar a disfunção erétil e impotência sexual. Atualmente, novos princípios ativos vêm sendo testados. Todos são indicados para tratar o homem com dificuldade de ereção e podem ser utilizados por via oral. Muitos ainda não estão disponíveis no mercado. As novas “famílias” de Viagra e Cialis buscam alcançar uma ação mais rápida e direta no corpo cavernoso peniano, provocando menos efeitos colaterais, como dor de cabeça ou rubor facial. 

Terapia por ondas sonoras

Existem diferentes aparelhos no Brasil, mas todos funcionam com o mesmo princípio: ondas de baixa intensidade que aumentam a vascularização do pênis. 

O tratamento aumenta o fluxo sanguíneo para o pênis, estimulando o crescimento de novos vasos sanguíneos, diz Ilan Gruenwald , do Centro Médico Rambam, em Haifa, Israel. Segundo o especialista, funciona como uma fonte de energia ultra sônica, usada para quebrar cálculo renal, com intensidade adequada para o pênis. São aplicações semanais, de 15 a 20 minutos, por cerca de seis semanas”, explica. Este tratamento é indicado para pacientes que respondem mal à medicação oral. Sobretudo diabéticos, fumantes, hipertensos, com colesterol alto ou usuários de drogas. 

Spray Sublingual

Estes medicamentos manipulados, à base de princípios ativos como os do viagra e do cialis. A absorção sub-lingual é ótima. Eles funcionam principalmente para retardar a ejaculação. Ejaculação rápida muitas vezes é confundida com falta de volume do pênis; o paciente acha que tem distúrbio de ereção, mas tem ejaculação precoce.

Algumas horas antes de ter relação, o homem dá duas ou três borrifadas debaixo da língua, e isso melhora a ereção. No entanto, nos casos em que a dificuldade é em conseguir ereção, não há remédios eficazes nesse formato.

Implante Hormonal

São indicados para homens com baixo índice de testosterona em função de problemas na produção de hormônios, como o hipogonadismo, e DAEM (distúrbio androgênico do envelhecimento masculino). As terapias mais usadas são gel transdérmico e injeção intramuscular. Embora a Anvisa tenha aprovado, o implante hormonal não é produzido por laboratórios e só é feito em clínicas especializadas em saúde sexual masculina. 

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16 de outubro de 2019