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Disfunção erétil emocional e sua relação com a pandemia

A disfunção erétil é um problema que ainda é encarado como um grande pesadelo pela maioria dos homens, que enxergam o assunto como um tabu. Mesmo entre amigos, muitos acabam não conversando sobre o tema, por entenderem que é algo que fere a masculinidade. 

No entanto, levantamento feito pela OMS em 2018 indicou que 30% da população masculina economicamente ativa sofre de disfunção erétil, o que representa cerca de 15 milhões de homens. 

Neste período de pandemia, que impactou de forma abrupta a vida das pessoas, transformando rotinas e gerando tantas incertezas, o aspecto psicológico faz a diferença, inclusive na vida sexual. 

Por isso, neste texto blog, iremos abordar como questões emocionais podem influenciar no surgimento de DE. 

Identificando a disfunção erétil emocional

Para o correto diagnóstico da disfunção erétil emocional, é importante estar atento a alguns fatores, sendo imprescindível consultar o urologista. Entres os fatores que merecem atenção especial, vale citar: 

  • Saúde geral e possíveis doenças: entender o histórico de saúde do paciente como um todo, se ele costuma ficar doente com frequência, etc. 

  • Hábitos sexuais: conversa franca e aberta sobre as relações sexuais, incluindo a frequência com que ocorrem.

  • Medicações: entender se o paciente faz uso de alguma medicação que possa estar contribuindo para a disfunção erétil. 

  • Estilo de vida: questões sobre o ambiente de trabalho, hábitos de lazer, prática ou não de atividades físicas, qualidade do sono. Também haverá questionamentos sobre a maneira com que o paciente tem lidado com a questão da pandemia. 

A importância do diálogo com a parceira(o)

Em um contexto tão delicado para os homens, poder contar com a compreensão e o apoio da parceira(o) na hora de buscar apoio médico é fundamental.

Se você que está lendo este texto suspeita que seu parceiro possa estar sofrendo com a disfunção erétil emocional, converse sobre o tema e o incentive a buscar um urologista. Ele é o profissional mais capacitado para dar o pontapé inicial no tratamento, que é feito de forma multidisciplinar e contará com o suporte de um psicólogo. 

Conclusão

O objetivo deste texto foi mostrar que a disfunção erétil emocional é uma realidade que deve ser acompanhada de perto e sem receios. Neste período de pandemia, onde o stress e ansiedade têm sido mais presente na vida de tantas pessoas, o tema merece ainda mais cuidado.  Isso garantirá uma autoestima renovada e um aumento de qualidade de vida. 

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22 de setembro de 2020