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Campanha nacional de prevenção ao coronavírus: saiba o que é, como tratar e se prevenir

O Brasil é o primeiro país da América Latina a confirmar o novo coronavírus, por isso, separamos as recomendações do Ministério da Saúde sobre o que é, quais os sintomas e como prevenir o contágio do coronavírus.

O que é coronavírus?

O novo agente do coronavírus foi descoberto após inúmeros casos registrados na China. É uma família de vírus que causam infecções respiratórias e provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).

Essa nova doença se espalha de pessoa para pessoa e, segundo a OMS, o contágio acontece por meio das gotículas de saliva, espirro, contato pessoal próximo ou contato com superfícies contaminadas. Seu período de incubação é de 5 até 12 dias e a transmissibilidade é, em média, de 7 dias a partir do início dos sintomas (como febre e tosse). De uma forma geral, a transmissão ocorre apenas enquanto persistirem os sintomas. Durante o período de incubação e casos assintomáticos não são contagiosos. 

Como prevenir o contágio do coronavírus:

Lave suas mãos regularmente

O mais importante é garantir que as mãos estejam higienizadas de maneira adequada, e não deixe de incluir os punhos. Além de usar bastante sabão e água corrente, é necessário esfregá-las por ao menos 20 segundos, diz a OMS. Vale, ainda, usar álcool gel para eliminar qualquer traço do vírus das suas mãos.

Essa dica é muito importante, pois não se sabe quanto tempo o vírus é capaz de sobreviver em uma superfície. 

Cuidado ao tossir ou espirrar

Uma dica fundamental é cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir. De acordo com a OMS, a melhor forma de fazer isso é com lenços descartáveis, que devem ser jogados no lixo assim que utilizados. Se isso não for possível, dobre o braço e espirre no seu cotovelo.

Mantenha distância das pessoas

A OMS recomenda que as pessoas não ultrapassem o limite de um metro de distância umas das outras. Essa é a distância que os líquidos expelidos em um espirro podem atingir. Todos os casos devem ser registrado por serviços públicos e privados, por meio do formulário eletrônico disponível no endereço http://bit.ly/2019-ncov, dentro das primeiras 24 horas a partir da suspeita clínica.

CASOS SUSPEITOS DE DOENÇA PELO CORONAVÍRUS 2019 

Situação 1: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a OMS, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OU

Situação 2: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E histórico de contato próximo de caso suspeito para o coronavírus (COVID-19), nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas*.

Febre pode não estar presente em alguns casos como, por exemplo, em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou que em algumas situações possam ter utilizado medicamento antitérmico. Nestas situações, a avaliação clínica deve ser levada em consideração e a decisão deve ser registrada na ficha de notificação.

Por determinação da Organização Mundial da Saúde, os países devem enviar informações padronizadas de casos suspeitos que ocorram no seu território.

Ações do Ministério da Saúde de prevenção ao coronavírus

No dia 31 de janeiro de 2020, foi publicado no Diário Oficial da União um decreto presidencial, com assinatura do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reativando um Grupo de Trabalho Interministerial de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional e Internacional. O grupo já atuou em outras situações, como a pandemia de influenza, e agora atuará no caso do coronavírus.

A medida faz parte das ações preventivas do Brasil para enfrentar o coronavírus (SARS-CoV-2), se um caso for confirmado no país. Os membros desse Grupo de Trabalho que estiverem no Distrito Federal se reunirão presencialmente e os membros que estiverem em outros estados participarão dos encontros por meio de videoconferência, conforme a necessidade.

O Ministério da Saúde tem realizado monitoramento diário da situação do coronavírus (SARS-CoV-2) junto à Organização Mundial da Saúde, que acompanha o assunto desde as primeiras notificações, em 31 de dezembro de 2019.

Por isso, com o intuito de manter a população informada a respeito do coronavírus (SARS-CoV-2), o Governo do Brasil passou a atualizar diariamente, a partir do dia 31 de janeiro de 2020, informações na Plataforma IVIS, com números de casos suspeitos, confirmados e descartados, além das definições desses casos e eventuais mudanças que ocorrerem em relação a situação epidemiológica do coronavírus (SARS-CoV-2).

Todos os laboratórios públicos ou privados que identificarem casos confirmados pela primeira vez, devem passar por validação de um dos três laboratórios de referência nacional, são eles:

  1. Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ) OU
  2. Instituto Evandro Chagas da Secretaria de Vigilância em Saúde (IEC/SVS) no Estado do Pará OU
  3. Instituto Adolfo Lutz da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Ao notar os sintomas, busque ajuda médica imediatamente!

16 de março de 2020