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A reposição hormonal masculina

A reposição hormonal masculina é indicada para tratamento da andropausa, um distúrbio hormonal que surge no homem a partir dos 40 anos. A andropausa se caracteriza pela baixa produção de testosterona, diminuindo a libido, aumentando a irritação e o ganho de peso. Por isso a reposição hormonal masculina é necessária. A testosterona começa a cair por volta dos 30 anos de idade mas não  significa que o homem precise usar a testosterona sintética ainda nessa fase. Porque isso pode ser prejudicial à saúde. A reposição hormonal masculina só é indicada após os 40 anos e se os sintomas forem muito intensos. Neste caso, é preciso acompanhamento médico e um exame de sangue que indique a dosagem de testosterona na corrente sanguínea para a partir daí iniciar o tratamento.

Quando a reposição é indicada

A reposição hormonal masculina precisa ser avaliada pelo médico, que irá definir quando o tratamento para a andropausa deve ser iniciado ou não.

A partir dos sintomas detectados pelo médico podem ser solicitados exames de sangue com o objetivo de avaliar a saúde do homem, como por exemplo testosterona total e livre, PSA, FSH, LH e prolactina, que apesar de ser um hormônio dosado nas mulheres para verificar a capacidade de produção de leite durante a gravidez, por exemplo, pode indicar alguma disfunção masculina.

Assim, o resultado produzido pelos exames podem estar abaixo dos valores de referência. O que irá indicar uma menor produção de hormônio pelos testículos, indicando a necessidade de reposição hormonal de acordo com os sintomas.

A reposição hormonal masculina é feita de acordo com orientação médica e pode indicar o uso de alguns medicamentos, como:

  • Comprimidos de acetato de ciproterona, acetato de testosterona ou undecanoato de testosterona;
  • Gel de dihidrotestosterona;
  • Injeções de cipionato, decanoato ou enantato de testosterona, aplicadas 1 vez por mês;
  • Adesivos ou implantes de testosterona.

Contudo, mudança de hábitos de vida como alimentação saudável, prática de exercício físico, não fumar, não beber álcool, reduzir o consumo de sal e de alimentos gordurosos podem ajudam a controlar a baixa taxa de testosterona no sangue do indivíduo.

A reposição com testosterona só deve ser feita com a orientação médica, pois pode causar sérios danos à saúde, como:

  • Agravamento de câncer na próstata;
  • Aumento do risco de doença cardiovascular;
  • Aumento da toxicidade do fígado;
  • Aparecimento ou piora da apneia do sono;
  • Acne e oleosidade da pele;
  • Reações alérgicas na pele devido aplicação do adesivo;

A reposição hormonal masculina não provoca câncer, porém pode agravar a doença nos homens que tenham ainda o câncer pouco desenvolvido. Por isso, cerca de 3 ou 6 meses após início do tratamento, deve ser feito o exame de toque retal e dosagem do PSA para verificar alterações importantes que indiquem presença de câncer.

Crédito da foto: Free Pik Image

5 de março de 2020